"Para que a memória não esqueça os que fizeram grande este pequeno Portugal"
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

No dia 7 de Agosto de ...

1794


(Representação de um "auto-de-fé" na Inquisição Espanhola
- Museu do Prado, Madrid)

Ocorre, em Lisboa, o último auto-de-fé.

A expressão auto-da-fé ou auto-de-fé refere-se rituais de penitência pública ou humilhação de heréticos e apóstatas postos em prática pela Inquisição (principalmente em Portugal e Espanha).
As punições para os condenados pela Inquisição iam da obrigação de envergar um "sambenito" (espécie de capa ou tabardo penitencial), passando por ordens de prisão e, finalmente, em jeito de eufemismo, o condenado era relaxado à justiça secular, isto é, entregue aos carrascos da Coroa (poder secular, em oposição ao poder sagrado do clero). O estado secular procedia às execuções como punição a uma ofensa herética repetida, em consequência da condenação pelo tribunal religioso. Se os prisioneiros desta categoria permanecessem a defender a heresia e repudiar a Igreja Católica, eram queimados vivos; contudo, se mostrassem arrependimento e se decidissem reconciliar com o catolicismo, os carrascos procederiam ao "piedoso" acto de os estrangular antes de acenderem a pira de lenha.
Os autos-de-fé decorriam em praças públicas e outros locais muito frequentados, tendo como assistência regular representantes da autoridade eclesiástica e civil.

(texto de “Auto-de-fé" Wikipédia)
(imagem Wikipédia)

sexta-feira, 18 de julho de 2008

No dia 18 de Julho de ...

1697


(Padre António Vieira)

Falecimento do Padre António Vieira, sacerdote jesuíta, diplomata e escritor português.

Já velho e doente, teve que espalhar circulares sobre a sua saúde para poder manter em dia a sua vasta correspondência. Em 1694, já não conseguia escrever de próprio punho. Em 10 de Junho começou a agonia, perdeu a voz, silenciaram-se seus discursos. Morreu com 89 anos, na cidade de Salvador, Baía.

(texto de “António Vieira" Wikipédia)
(imagem Wikipédia)

quinta-feira, 3 de julho de 2008

No dia 3 de Julho de ...

1850


(Alfredo Keil)

Nascimento de Alfredo Keil, compositor de música, pintor, poeta, arqueólogo e coleccionador de arte português.

Era filho de João Cristiano Keil e de Maria Josefina Stellflug, ambos de origem alemã e radicados em Portugal.

Em 1890, o ultimato inglês a Portugal ofereceu a Alfredo Keil a inspiração para a composição do canto patriótico "A Portuguesa", com versos de Henrique Lopes de Mendonça. A cantiga tornou-se popular em todo o país e seria mais tarde feita hino nacional de Portugal - A Portuguesa.

(texto de “Alfredo Keil" e "Hino nacional de Portugal" Wikipédia)
(imagem Joker Art Gallery)

No dia 2 de Julho de ...

1932


(D. Manuel II)

D. Manuel II, último rei de Portugal, faleceu inesperadamente na sua residência, em 2 de Julho de 1932, sufocado por um edema de glote.

O Governo Português, chefiado por Salazar, autorizou a sua sepultura em Lisboa, organizando funerais de estado. Os seus restos mortais chegaram a Portugal, em 2 de Agosto, sendo sepultados no Panteão dos Braganças, no mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa.
D. Manuel tinha fixado residência em Fulwell Park, Twickenham, nos arredores de Londres, após a Proclamação da República, em Lisboa, no dia 5 de Outubro de 1910.

(texto de “Manuel II de Portugal" Wikipédia)
(imagem Wikipédia)

terça-feira, 1 de julho de 2008

No dia 1 de Julho de ...

1147


(Rendição dos Mouros)

O cerco de Lisboa, teve início a 1 de Julho de 1147 e durou até 25 de Outubro.

Episódio integrante do processo de Reconquista cristã da península Ibérica, culminou com a conquista desta importante cidade aos mouros pelas forças de D. Afonso Henriques (1112-1185) com o auxílio dos Cruzados em trânsito para o Médio Oriente.

(texto de “Cerco de Lisboa (1147)" Wikipédia)
(imagem Wikipédia)

1772

É executada, em Portugal, Luísa de Jesus, a última mulher condenada à pena de morte.

Foi executada, em Coimbra, aos 22 anos de idade por ter assassinado 33 expostos, ou seja bebés abandonados, que ela ia buscar à "roda" de Coimbra, umas vezes usando o seu nome verdadeiro outras vezes usando um nome falso, apenas com o intuito de se apoderar do enxoval da criança e embolsar os 600 réis que eram dados cada vez que se ia buscar uma criança.

(texto de “Luísa de Jesus" Wikipédia)

segunda-feira, 30 de junho de 2008

No dia 30 de Junho de ...

1911



Apresentação da nova bandeira nacional.

Logo após a Revolução Republicana, em 5 de Outubro de 1910, a Bandeira da Monarquia Constitucional foi abolida, e o Estado promoveu um concurso de bandeiras para representar o novo governo.
Houve então um grande debate para decidir sobre a manutenção do azul e branco da monarquia ou pela adopção do verde e vermelho do Partido Republicano Português. Embora muitas das propostas para bandeiras se centrassem no azul e branco (como, entre outras, a do poeta Guerra Junqueiro), o vencedor final foi uma bandeira vermelha e verde, cores associadas ao PRP desde a fracassada revolta de 31 de Janeiro de 1891.
Os autores do actual desenho do símbolo pátrio por excelência são Columbano Bordalo Pinheiro, João Chagas e Abel Botelho. Para a escolha da nova bandeira o Governo não esperou pela opinião da assembleia constituinte nem procedeu à realização de um plebiscito, como foi reclamado pelos opositores das novas cores da bandeira.
Anunciada oficialmente em 30 de Junho de 1911, era baseada na bandeira que Machado Santos, o "herói" da Rotunda usou, bem como a hasteada pelo navio rebelde Adamastor, durante a Revolução Republicana. O governo ordenou desde logo à Cordoaria Nacional que fossem confeccionadas em larga escala, para que fossem hasteadas por todo o país nas repartições oficiais no 1.º de Dezembro seguinte, feriado que se tornou na altura o Dia da Bandeira.
Mesmo com duas revoluções que conduziram a outras tantas mudanças de regime, os sucessivos governos republicanos nunca alteraram o desenho da bandeira.
Para saber mais:

(texto de “Bandeira de Portugal" Wikipédia)
(imagem Portal do Governo)

quinta-feira, 26 de junho de 2008

No dia 26 de Junho de ...

1282


(Rei D. Dinis e a Rainha Santa Isabel)

Casamento de D. Dinis e D. Isabel.
D. Dinis foi o sexto rei de Portugal tendo sido aclamado em 1279 e Isabel era filha do rei Pedro III de Aragão e de Constança da Sicília.
Este casamento ocorreu por procuração com o monarca em Barcelona, no 11 de Fevereiro de 1288. A boda, contudo, só foi celebrada ao passar a fronteira da Beira, em Trancoso, a 26 de Junho.

(texto de “Dinis de Portugal"/Wikipédia)
(imagem Wikipédia / Wikipédia)

terça-feira, 24 de junho de 2008

No dia 24 de Junho de ...

1128

A Batalha de São Mamede travou-se no dia 24 de Junho de 1128, entre D. Afonso Henriques e as tropas de sua mãe, D. Teresa e do conde galego Fernão Peres de Trava, que se tentava apoderar do governo do Condado Portucalense. As duas facções confrontaram-se no campo de São Mamede, perto de Guimarães.


(texto de “Batalha de São Mamede"/Wikipédia)

1360


(Nuno Álvares Pereira)

Nascimento de Nuno Ricardo Pereira, também conhecido como o Santo Condestável, Beato Nuno de Santa Maria, ou simplesmente Nun'Álvares.

(imagem Wikipédia)

segunda-feira, 23 de junho de 2008

No dia 23 de Junho de ...

1828


(D. Miguel I, Rei de Portugal)

D. Miguel proclama-se Rei de Portugal.

No dia em que se auto proclamou Rei, anulou a Constituição que havia sido emitida por D. Pedro IV.
A não aceitação da decisão das Cortes Gerais pelo seu irmão D. Pedro e pelos liberais desencadeou a Guerra Civil Portuguesa ou Guerras Liberais (1831-1834) entre os partidários de D. Miguel (de tendência absolutista) e os constitucionalistas que apoiavam D. Maria II e seu pai D. Pedro IV.
Foi reconhecido pelo Vaticano, Espanha e Estados Unidos da América, ficando as restantes potências na expectativa, aceitando porém tratar com o seu governo enquanto entidade que "de facto" exercia o poder político sobre a quase totalidade do território nacional.


(texto de “D. Miguel I de Portugal" Wikipédia)
(imagem Wikipédia)